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Beleza para Mulher




Tag: relacionamento

Chocolate, doces e filosofia: Dependência Emocional
25.07.2012 23:32:32

Chocolate, doces e filosofia

Dependência. De quê, de quem e para quê mesmo?

Definição de dependência: Quadro relativo às características psicológicas e/ou fisiológicas do abuso de substâncias ou atos.

É da natureza humana depender de alguém. Logo quando nascemos, dependemos do peito da mãe para nos alimentarmos e da boa vontade dela para nos deixar limpos e bem aconchegados. A questão é que, ao longo da vida, sofremos vários graus de dependência que mais tarde, serão determinantes para exemplificar o dependente tachativo daquele que superou, de fato, a dependência.

Especificamente quero questionar a dependência emocional. A idéia de depender de alguém para ser bem quisto, bem dito, bem sucedido, bem amado. Pela interpretação do próprio dicionário, a pessoa se torna abusiva de substâncias ou atos (que abordarei especificamente atos, apenas).

Vi certa vez, um documentário muito importante sobre as diferenças do sexo que, de forma linear ia traçando as diferenciações de comportamento e consequentemente de necessidades entre homens e mulheres. Segundo este documentário, esta questão é química. Tudo vai depender do nível de testosterona do indivíduo (foi ai que descobri que mulher também tem este hormônio, rs). Ele está contido no líquido amniótico da bolsa da mãe para o filho e, pelo cordão umbilical passa mais ou menos testosterona para o feto, dependendo claro, do nível de testosterona da própria mãe.

Neste documentário fizeram um teste para mensurar as diferenças entre homens e mulheres desde o início dos seus nascimentos. Ainda sem abrirem os olhos pela primeira vez, os bebês recém nascidos ficaram cada qual no seu bercinho. O teste era saber para quê ou quem o bebê olharia na sua primeira abertura dos olhos.

O óbvio foi constatado. O bebê do sexo feminino ao abrir os olhos, procurava esforçadamente procurar a mãe. Ficava inquieta em achar os olhos dela, o rosto, pegar no cabelo, pedir colo. Já o bebê do sexo mascuilno ao abrir os olhos, procurou os bibelôs do quarto, sem se atentar a alguém especificamente. Ficou atento aos bibêlos que rodavam dando vazão as diferenças químicas de dependência. O documentário sugeria que a mulher dependia de alguém enquanto que o homem dependia de algo material.

Podemos dizer então que, a dependência da mulher para com pessoas sempre foi maior desde seu nascimento e só foi reforçada ainda mais com tarefas domésticas e cuida das crias no sentido antropológico, enquanto o homem tinha que mostrar sua força saindo para caçar para dar sustento à seus entes.

No cenário em que vivemos hoje, existem mulheres mais emancipadas no que se diz respeito a emoção, contudo existem outras dependentes emocionalmente dos pais, avós, namorados, conjugês. Este tipo de dependente crê que só estará seguro com um outro alguém e normalmente suas alegrias, tristezas e razões de vida são definidas se estiverem com alguém.

O amor possui várias definições (tema para outro “Chocolate, doces e Filosofia”), mas imprenscindivelmente o dependente o define como um comportamento capaz de cumprir às suas próprias necessidades. Normalmente exige demais do outro e responsabiliza-o  no que se diz respeito a todas as sensações de sua vida. Culpas, tristezas, alegrias, decisões... Até mesmo seu valor sua auto estima requer a presença do outro.

Na maioria das vezes o relacionamento de um dependente não dá certo. Sufocante, exigido e sofrido demais, as emoções são densas e suas idéias sempre extremistas, extremistas a ponto de serem doentias. O dependente muitas vezes cria o amor tóxico, deixando claro ao outro sua obsessão e sentimento de posse.

São vistos como ciumentos e antisociais. Geralmente quando se encontra o outro, o dependente não tem mais motivos para se socializar e/ou expandir seu círculo de relacionamento. Suas preocupações e razões de vida limitam-se em querer saber do outro o tempo todo, limitam-se a perseguição, espionagem, hostilidade e coação.

Ufa! Fiquei sufocada só de escrever, rs... Pra fechar lanço a pergunta: Você é dependente? Qual a sua dependência? Qual o seu grau de dependência? Por que ainda depende de alguém? O que pretende fazer a respeito disso? 



Tags: comportamento | relacionamento | chocolate | doces | filosofia | amor

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Chocolate, doces e filosofia
25.07.2012 23:09:54

Chocolate, doces e filosofia

Eu lembro que na época da minha primeira faculdade me interessei muito por filosofia e afins, mas nunca fui pesquisar muito a fundo sobre o que impactava este termo literal ‘amor à sabedoria’. Quando eu tinha obrigações, trabalhos e provas mais especificamente no ramo da antropologia, achava tudo um porre. Mas agora que não tenho que entregar notas e presenças, estou me interesssando bastante pelo estudo.

Imagino que muitas de vocês devem estar em coro agora dizendo: “e o kiko?” e com plena razão visto que o site não tratava de questões como essa. Mas, sempre pensei desde o início da criação do site, tentar sair da borda de todo esse ‘fashionismo’, tentando timidamente dizer que estilo é muito bom, desde que se usado com parcimônia. A vida é muito curta para ser pequena , já dizia o político britânico Benjamin Disraeli.  Particularmente acho lindíssima esta citação e é a partir dela que quero trabalhar.


O meu objetivo maior é trazer questões filosóficas à nossa realidade, aos nossos relacionamentos, às nossas ditas paranóias, aos nossos stresses, as nossas incertezas e inseguranças e chegar na raíz dessas questões para auxiliá-las à emancipação do seu próprio pensamento. Quando nos conhecemos mais, entendemos melhor o monstro que nos habita e, conhecendo-o e entendendo-o melhor,  já não fica lá tão monstruoso assim.

Essa é só a introdução da sessão “Chocolates, doces e filosofia”. Prometo que trarei temas interessantes, cotidianos e rotineiros para desmitificar o monstro que habita muitas vezes a nossa cabeça, rs. Imagino que tenha sido um porre também para algumas de vocês terem lido tudo isso, no entanto é só quando temos pesadelos que nos tornamos capazes de interpretá-los, entendê-los e arrefecê-los, certo? Pense sobre, rs. 



Tags: beleza | comportamento | relacionamento | chocolate | doces | filosofia | felicidade

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Inverno 2011 - Desfile Valentino - Paris Rtw
09.03.2011 23:33:59
Meus queridos leitores. Há algo que quero compartilhar com vocês... Estou de férias! O tão esperado tempo chegou. No entanto, por mais que esteja de férias em meu trabalho, mantenho-me firme nos estudos e ... no blog, rs. 
Farei o possível para postar diariamente (ou quase) coisitas relevantes que só vocês, meninas (oi?) entendem. 

Voltando da praia, que graças a Deus resolveu colaborar, cá estou, cheia de vontade de renovar o guarda roupa para a época do frio. Aliás, uma fofoca quentinha não muito agradável: O custo das roupas de frio vão ter um aumento (significante) de 15% em comparação ao ano passado. Então, se formos comprar roupinhas para o inverno, a hora é agora, gentem.

Cheguei com aquela super vontade de ver o desfile de Paris que está rolando. E, é claro, a grife Valentino chamou minha atenção. O ultra feminismo ganha muitas rendas, transparências, estilo bondoir e sedas para complementar o visual. O xadrez ainda continua com desenho mais renovado e também arrebatado em seda. 
O interessante é que vemos o desenho do xadrez também em peças de couro e no pé tons crus ou ‘combinandinho’ com a roupa. 


Feminino, não?


Tags: roupas | relacionamento | estilo | fashion | novidades | tendência | glam | outono/inverno | verão 2011 | Rtw

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Você já tem seu cãozinho?
12.09.2009 21:14:39
Confesso que há muito a minha casa não tinha sequer um bichinho, nada.
Sempre tudo muito vazio, chegava em casa depois do trabalho, colocava a bolsa no quarto e ia tomar banho, descansar.

Vai te batendo uma carência, um desanimo, solidão até. Como viciada compulsiva em internet, fui pesquisar sobre animais de estimação.
Queria um animalzinho simples, um bichinho pequeno. Chinchilas, esquilos domésticos, gatos. Procurei de tudo a fim de encontrar uma companhia, que de preferência não sujasse tanto.

Mas achei o que seria perfeito pra mim. O melhor amigo do homem, claro, rs.
Podemos dizer que também é o melhor amigo da mulher, rs.

Pesquisas dizem que os cães têm o poder não só em alegrar o ambiente à sua volta, mas também curar doenças. Quem bom veio bem a calhar. Estava meio deprê mesmo.
Meu segundo passo era em como achar o meu cãozinho. Em canis, ou em pet shops, talvez.

Mas como sou uma moderna usuária da internet, encontrei um jeito bem alternativo e interessante de comprar o meu.
Peguei o telefone e falei com a Bianca. Ela trabalha com revenda de cães e me convenceu de que é bem melhor assim.

Os cachorros, tanto nos canis, quanto em Pet Shops podem demorar muito a serem comprados, pegando um laço afetivo com outros cãezinhos a sua volta. Não deve ser fácil pra eles, então, mudar repentinamente.

A compra foi muito rápida e simples. Conversamos sobre o meu novo amiguinho e ela me perguntava algumas peculiaridades para me oferecer o cão que combinasse comigo. No fim das contas, estou tão feliz com o meu Lhasa Apso, que faço questão em divulgar o método de revenda dela pra todas vocês, através de um banner que recebi por e-mail. 




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Comportamento - Desvendando o sexo feminino - Parte I
14.07.2009 04:24:43
Faz um bom tempo que não posto sobre comportamento única e exclusivamente por falta de tempo. Contudo, hoje tive uma conversa que me inspirou a exprimir o sentimento mais belo dos belos: o feminino!
Se meninos transitarem por este humilde site, parem por míseros 2 minutos para nos entender melhor.

Estava eu conversando com uma amiga minha sobre relacionamentos, meninos e afins
(aquela conversa típica de banheiro feminino).
Durante a conversa, comparações animadas entre rolos antigos e novos, passageiros e duradouros - como se tivessem mais espectadores do que simplesmente meninas interessadas em assuntos humanos – ganhava espaço para desabafos e tristes fins.



A conversa flui e o cenário da nossa valiosa saliva foram eles: estes mesmos que pararam por 2 minutos. Estes mesmos que nos fazem chorar, brigar, desconfiar.
Infelizmente entendemos muito bem estes aí por trás já dispensando mais que 2 minutos de leitura, afinal não é difícil esmiuçar o que falam, o que pensam e o que são.

Vivem falando da gente, em ângulo menos sentimental (aquela típica conversa de banheiro masculino).
Ainda não revelei a conversa que tive só para ganhar mais uns minutinhos dos leitores masculinos aqui no site, rs. Enfim, vamos a história.


Clique em leia mais e veja a história


Tags: comportamento | relacionamento | mulher

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